| 1 x de R$63,90 sem juros | Total R$63,90 | |
| 2 x de R$31,95 sem juros | Total R$63,90 | |
| 3 x de R$21,30 sem juros | Total R$63,90 | |
| 4 x de R$15,98 sem juros | Total R$63,90 | |
| 5 x de R$12,78 sem juros | Total R$63,90 | |
| 6 x de R$10,65 sem juros | Total R$63,90 | |
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| 9 x de R$8,63 | Total R$77,70 | |
| 10 x de R$7,81 | Total R$78,11 | |
| 11 x de R$7,14 | Total R$78,53 | |
| 12 x de R$6,57 | Total R$78,88 |
| 1 x de R$63,90 sem juros | Total R$63,90 | |
| 2 x de R$31,95 sem juros | Total R$63,90 | |
| 3 x de R$21,30 sem juros | Total R$63,90 | |
| 4 x de R$15,98 sem juros | Total R$63,90 | |
| 5 x de R$12,78 sem juros | Total R$63,90 | |
| 6 x de R$10,65 sem juros | Total R$63,90 | |
| 7 x de R$10,47 | Total R$73,31 | |
| 8 x de R$9,28 | Total R$74,27 | |
| 9 x de R$8,36 | Total R$75,20 | |
| 10 x de R$7,58 | Total R$75,82 | |
| 11 x de R$6,98 | Total R$76,76 | |
| 12 x de R$6,48 | Total R$77,71 |
Um livro sobre a experiência, as dores, as contradições e a beleza de ser pardo no Brasil. Ser pardo no Brasil é habitar um limbo: não ser claro o suficiente para escapar do racismo, nem escuro o bastante para que esse racismo seja reconhecido e acolhido por uma comunidade negra. Em Parditude, Beatriz Bueno mergulha nessa experiência ambígua, revelando as dores, as contradições e a beleza de existir na encruzilhada racial brasileira. Partindo de uma reflexão íntima de sua trajetória pessoal realizada a partir da pesquisa acadêmica, a autora desvenda a complexidade de ser mestiça em um país que, contemporaneamente, se recusa a enxergar além do preto e do branco. Com sensibilidade e rigor, ela expõe as pressões sociais: a infância marcada pelo desejo de embranquecer para ser aceita e amada, na busca pelo padrão hegemônico inalcançável; a adolescência, pelo anseio de pertencer plenamente às comunidades e aos movimentos negros, também não realizado; por fim, a jornada de aceitação como parda mestiça e a criação de uma comunidade própria. Estas páginas desafiam os discursos que apagam a miscigenação. Ao resgatar histórias ancestrais e confrontar estatísticas, mostram como a identidade parda é constantemente negada - seja pelo racismo, seja por quem reduz a discussão racial a uma dicotomia. Com uma escrita potente e necessária, este livro é um convite à reconciliação. Um chamado para que pardos deixem de carregar a culpa por existir e passem a amar, enfim, a riqueza de suas raízes múltiplas. Para que as próximas gerações não precisem mais perguntar qual é seu lugar.
